terça-feira, 17 de setembro de 2013

Corações e Mentes Abertos

Mother Mother é um grupo canadense de Quadra Island, mas hoje eles estão radicados em Vancouver. Um mix de indie rock  com as levadas dos anos 80/90 com todas suas vértices no ponto de vista do pop rock. 

Um quinteto formado por Ryan Guldemond nas guitarras e voz, Molly Guldemond nos vocais e teclados, Jasmin Parkin, também nos teclados e voz, mais Ali Siadat na bateria e Jeremy Page no baixo que desenvolvem o som de maneira empolgante, dançante sem ser descartável como o pop de "supermercado", como eu chamo "new spray music". 

Mother Mother é uma boa surpresa que sem medo, podemos ouvir nas melhores rádios, ou até nas piores.

O grupo tem até o momento, quatro discos gravados, Touch Up 2007, O My Heart 2008, Eureka 2011 e The Sticks de 2012 sempre os lançando nos formatos de vinil, cd e digital.











De corações e mentes abertos!

http://mothermothersite.com/

http://mothermothersite.com/contact





quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Músicas Intermináveis para Viagens Sem Fim

A banda de uma mulher só.

Mas não sozinha e sim à vontade. Laura Leiner criou o projeto lá pelos idos dos anos 2000 e gravou seu primeiro registro em dupla com Marcelo Sirtolli na bateria e ela assumindo as guitarras em 2005. Usufruindo do ambient rock, a ideia se propaga através da sonoridade às vezes densa, rasteira, rápida, corrosiva, delicada e ao mesmo tempo instigante, interessante e tantos outros adjetivos que se possa imaginar ao ouvir as suas músicas.  Gravou seu segundo registro em  2011/2012, na Alemanha com Marie Leão. Os dois álbuns estão disponíveis no link logo abaixo para downloads.

Radicada em Berlim, Alemanha, conduz o grupo ou projeto ou banda ou, ou...pelo instrumental do post rock, do noise, prog, trip e alternativo por suas nuances do rock. deixando de lado o ranço chauvinista, o MIVP desfila pelas leituras sonoras em mergulhos profundos de emoções, voos sobre as nuvens de ideias e corre acelerando cada vez mais pelas estradas da percepção. 

Dizer que o projeto é de Porto Alegre é limitar a amplitude. Delimitar territórios. A MIVP é além disso. O objetivo de derrubar bandeiras e invadir novas Terras.

Inicie sua viagem. Solte-se o cinto de segurança e caia sem medo!

https://myspace.com/mipv

http://mipv.bandcamp.com/








quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Seguindo a Linhagem

O surgimento da orquestra se dá nos primórdios de 1501, na Suécia. Sim, desde aquela época. Surgiu como uma reunião de músicos que embalam, com desempenho inigualável e envolvente de uma maneira divina, os povoados que eles visitavam. Causavam tamanho alvoroço chegou à Igreja que os condenou por enfeitiçar as pessoas com sua musicalidade. Todos os músicos da orquestra itinerante foram julgados e condenados à morte por enforcamento. Deixaram o legado através de uma carta aos seus descendentes para continuar com a orquestra...

A D:S:O é uma banda sueca com um estilo entre o bizarro e o interessante. Mistura o "avantgarde metal" - estilo mistura rock pesado com música de cabaré soturno, decadente, opereta, mais flamenco, música erudita e de câmara, e, jazz swing. Uma divertida mescla de Universos sonoros.



A banda foi formada em 2003 ( pelos descendentes?!) e composta por: Pontus Mantefors nas guitarras, sintetizadores, efeitos, e didjeridu ( instrumento de sopro muito usado pelos aborígenes australianos - referência mais próxima que tive), AnnaLouice Löglund nos vocais, Daniel Hakansson nas guitarras, voz e cítara, Anders "Andy" Johansson no baixo, Johan Norback na bateria e Johannes Bergion no violoncelo, além de contar com músicos de apoio como violinistas, flautistas, pianistas e trompetistas nas gravações e em muitas apresentações.



A discografia da banda é a seguinte: The Butcher´s Ballroom 2006 ( também chamado Viva La Faust ), Sing Along Songs for the Damned & Delirous 2009 e Pandora´s Piñata de 2012, sem contar com o Ep Boderline Hymns de 2003.







Deixe-se enfeitiçar! EU ESTOU! 

http://www.diabloswing.com/



 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dança de Asteroides

O grupo pop dinamarquês de Copenhagem, liderado pela vocalista Mette Lindberg e pelo produtor e compositor Lars Iversen que somam-se com uma dupla de sopros Miloud Carl Sabri no trompete, Sven Meinild no saxofone, Mads Brinch Nielsen nas guitarras e Rasmus Valldorf na bateria traz um som com elementos de pop e psicodelia.

A banda surgiu em 2007 e alcançou o sucesso com o disco de estréia de 2009, Fruit, que teve uma de suas canções virarem hit por causa do seu uso na propaganda da Apple no lançamento do IPod Touch.

O segundo álbum da banda segue o mesmo estilo hippie moderno da nova era pós era de Aquário, que teve seu lançamento no ano passado, 2012, Out of Frequency.

E vamos dançar entre os asteroides.










http://www.theasteroidsgalaxytour.com/site/

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sem Entender Nenhuma Palavra

Sem entender nenhuma palavra e mesmo assim ter um som forte que faz qualquer um sacudir as cabeças e  se jogar pelas paredes. Kvelertak que traduzido do inglês Strangehold ou Chokehold, Estrangulamento ou Asfixia, um nome bem adequado ao som desse sexteto de rock pesado, hardcore e punk rock da Noruega, da cidade de Stavanger. 
O grupo surgiu em 2007 pelo vocalista Erlend Hjelvik, pelos guitarristas Vidar Landa, Bjarte Lund Rolland e Maciek Ofstad dando o peso de motosserra densa, contínua e avassaladora desses três, mais Marvyn Nygaard no baixo e do baterista Kjetil Gjermundrod.

O grupo lançou dois discos desde então, em 2010 Kvelertak e em 2013 o álbum Meir. Eles cantam na língua nativa o que os torna mais assustadores, barulhentos e interessantes.





terça-feira, 21 de maio de 2013

Um Bastardo no Jazz

Para a cara torta de gente que não entende que música não tem limites, apresento o projeto do baterista, músico, percursionista, produtor, Dj,  Andrea Benini, de Cesana, Itália. Criou-o com a intenção de misturar a modernidade eletrônica com a orgânica resultando em jazz.

Ele, além de músico, pois toca guitarra e bateria, é um estudioso de música afro-americana e música contemporânea. Também foi jornalista e escrevia sobre o assunto.

 De 2000 a 2003 ele foi Dj e a partir de 2005 ele criou esse projeto MOP MOP que toca funk, jazz, afro com a companhia dos músicos Alex Trebo no piano, Pasquale Mirra no vibrafone, Guglielmo Pagnozzi no sax, Bruno Briscik no baixo e Danilo Mineo na percussão. 

MOP MOP lançou o primeiro disco em 2005 chamado The 11Th Pill, com o destaque para  Perfect  Day feat. Jackson Sloan, em 2008, Benini produziu o segundo disco, Kiss of Kali, este disco conta com os acréscimos de Gianluca Petrella no trombone, e, Alan Farrington nos vocais, em 2010, o terceiro, Ritual of the Savage, que contava com os backing vocals Miss Baby Sol, que já participou dos projetos de Amy Winehouse e Joss Stone.  Em 2012 participou da trilha sonora do filme de Woody Allen, Para Roma com Amor. Em 2012/2013, ele produziu o quarto disco, Isle of Magic, com a participação do lendário músico do Funk, Fred Wesley no trombone e o poeta britânico Anthony Joseph.

Ouça todas as produções que Andrea Benini participa mixando, produzindo, remixando em seus projetos sempre em ebulição no site:    http://www.mopmop.com/














segunda-feira, 20 de maio de 2013

Potros Transgressivos

FOALS, grupo formado em 2005, Oxford, Inglaterra, com seu estilo misturando indie rock, kautrock, punk, dance, math rock, pop rock e qualquer outro estilo que vier a sua cabeça para defini-los ( quem gosta de rótulos é vendedor de loja ).
Traz consigo uma verve sonora muito boa nos tempos de pouca criatividade e bombardeios pops acelerados e descartáveis que sempre proliferaram mentes, quadris e as mídias. A sua criação se deu pela junção de vários grupos e seus componentes foram se agregando.
Com a liderança de Yannis Philippakis nas vozes e guitarras, Jack Bevan na bateria ( ambos formavam antes um grupo "cult" chamado The Edmund Fitzgerald ), Jimmy Smith nas guitarras, Walter Gervers no baixo e backing vocals ( estes formavam o grupo Face Meet Grill ) todos no grupo desde 2005 e Edwin Congreave nos teclados, entrou no grupo em 2006. 
O grupo gravou 3 discos desde 2007 tendo reconhecimento de crítica e público alternativo undergound e conseguindo galgar os degraus do grande público em festivais como o Lollapalloza, antes já participara de vários outros pelo Reino Unido.

Umas das influências incontestáveis do grupo é o Talking Heads, pela sonoridade, swing e pelo humor, além do jeito livre da banda produzir além da música, os vídeos de autoria de um grupo de conhecidos com a intenção de ficar tudo em casa.
Assinaram com os selos Trangressive Records na Inglaterra e nos EUA no lendário SubPop. Seus discos são: Antidotes 2007, Total Life Forever 2009 e o muito bom, Holy Fire de 2013. Cada registro deles merece uma atenção, o que daria mais que um artigo por disco. Fica a dica para se informar e aproveitar.


No site deles você pode interagir através das redes socias, twitter, facebook, soundclound e saber muito mais: http://www.foals.co.uk/





terça-feira, 9 de abril de 2013

A Padroeira

Todos rezando a Santa. La Santa Cecilia é um grupo formado por imigantes latinos residentes em Los Angeles, Califórnia, com a sonoridade recheada de ritmos do mundo. Cumbia, afro-cubanos, boleros, tangos, bossa nova, soul, jazz, pop e ( sim, sem vírgula porque há muito mais!) tudo os influenciando, além das referências de Led Zeppelin, SoftCell, Janis Joplin, Miles Davis, entre outros.

O grupo concorreu ao Grammy Latino pela canção La Negra que se popularizou através de ter sido trilha de várias séries e filmes. A formação do grupo atual é Alex Bendana no baixo, Miguel Ramirez  na percussão, José Carlos no acordeão e a voz de La Marisoul.

A banda lançou seu primeiro registro num Ep em 2009 e não parou desde então só agregando elogios da crítica e reconhecimento do público latino-americano e expandindo para o resto do mundo.

O site da banda é http://lasantacecilia.com/, onde poderá conseguir mais detalhes, informações e inclusive seguir a banda pelas redes sociais. 

VALE A PENA! Siga a procissão da Santa.



O mais recente single da banda.









terça-feira, 2 de abril de 2013

Cozinha do Inferno

Sou réu confesso. Conheci esse grupo através de um disco que eles gravaram chamado Hell´s Kitchen recheado de covers de jazz rap, soul, funk sobre clássicos do hard rock, que foi uma grata experiência e um prazer inenarrável sonoro. Mas eles são muito mais do que a glorificação de um trabalho só. Eles têm muito mais por ai. E como têm.

A criação do grupo se dá pelos anos 90, com influência do movimento Jazz Rap, que mistura o soul, o funk, o rap, jazz fusion, e o acid jazz ( quase a mesma coisa, porém com um batida mais eletrônica repetitiva marcante do hip hop), com sopros e contrabaixo cheios de groove, basearam-se no projeto do rapper francês Guru´s Jazzmatazz que foi um grande nome desse estilo na Europa e mundo.

O grupo formou-se em 93 como um sexteto recheando seu som com muitos standarts de jazz. Originários da cidade de Braunschweig, Alemanha, eles já de cara obtiveram reconhecimento da crítica e do público, digamos, desencanado. Trazendo consigo uma batida funky e sem preocupações de colocar elementos de outros ritmos como rock steady, o ska, o soul, eles gravaram Jazzkantine(1994), Hot and Lipid (95), Frisch gepress&amp Live(96), Geheimrezept(98), nesse ano o grupo formou uma parceria com um corpo de balé e criou a Tanzzkantine, In Formation de 2000, utter für die Seele(2002), Unbergrenzt haltbar(2003), Best of Jazzkantine(2004), Hell´s Kitchen (2008) ESSE É O DISCO!, Unser eintracht(2009) e o mais recente, Jazzkantine Spielt Volkslieder(2012).











http://www.jazzkantine.de/

segunda-feira, 18 de março de 2013

Nem Precisa Ser Tão Estranho

Esse espaço preza por trazer coisas diferentes. Ok, mas nem precisa ser tão estranho. Agora chegou a vez de mostrar ou ilustrar ( melhor ), um grupo que caiu nas minhas graças - nem sempre o que é postado aqui - que se chama  CLUTCH.
O grupo surgiu nos anos 90 trazendo seu som implodido no underground dessa época em cima do movimento stoner rock. O que é isso? Alguém vai dizer, creio. Sem ser professoral, mas dando as diretrizes de conhecimento, stoner rock é um gênero baseado no hard rock, no blues, na psicodelia dos anos setenta com canções longas, riffes pesados, graves lembrando o doom metal e o rock pesado como do Black Sabbath da fase Ozzy Osbourne da década de 70. Teve como dois representantes máximos o Sleep e o Kyuss, mas nenhum grupo chegou a catapultar ao megaestrelato como o movimento grunge da mesma época que "bolinava" com o punk, rock e o pop. O som do stoner lembra mais vastas estradas, viagens, beberragens, e ironia. Detalhe este que nos traz o Clutch de novo a pauta.

O grupo é de Germantown, Maryland, interior do EUA e com sua combinação de blues rock e stoner eles somam as letras divertidas, irônicas, debochadas em cima de mitologia, ícones históricos, orgulho americano e a cultura pop da América. Humor que falta na sisuda cena do rock atual, digo eu de passagem. No seu som ainda ouve-se a mistura de funk, southern rock, acid, hardcore, além do blues rock e do stoner.

Sua formação atual é Neil Fallon nas guitarras e vocais, Tim Sult nas guitarras, Dan Maines no baixo e Jean-Paul Gaster na bateria. Antes havia o tecladista Mick Sauer.

A discografia da banda é vasta com direito a 3 albuns ao vivo Live at the Googolplex (2000), Live in Flint (2004) e Full Fathom Five (2008), além dos  discos gravados desde  dos anos 90, Pitchfork (1991/1999), Transnational Speedway League: Anthems, Anecdotes, and Undeniable Truths (1993), Clutch (1995), Impetus (1997), The Elephant Riders (1998), Jam Room (1999), Pure Rock Fury (2001), Slow Hole to China: Rare and Unreleased (2003), Blast Tyrant (2004), Robot Hive/Exodus (2005), Pitchfork & Lost Needles (2005), Sons of Guns (2007), From Beale Street to Oblivion (2007) e Strange Cousins From The West (2009).


A banda está lançando, segundo o seu site, um novo disco, Earth Rocker disponibilizado aos fãs antes de ser comercializado.
http://www.pro-rock.com/index.cfm


O grupo é tratado como "cult" pelos fãs. Ouça e veja se você  enquadra-se em algo nem tão estranho assim.