Um lugar para mostrar a ponta do Iceberg. Música de lugares estranhos com pessoas exóticas tão distantes quanto seu imaginário permitir. Curiosidades sonoras, raridades, venenos e muita boa vontade!
Todos rezando a Santa. La Santa Cecilia é um grupo formado por imigantes latinos residentes em Los Angeles, Califórnia, com a sonoridade recheada de ritmos do mundo. Cumbia, afro-cubanos, boleros, tangos, bossa nova, soul, jazz, pop e ( sim, sem vírgula porque há muito mais!) tudo os influenciando, além das referências de Led Zeppelin, SoftCell, Janis Joplin, Miles Davis, entre outros.
O grupo concorreu ao Grammy Latino pela canção La Negra que se popularizou através de ter sido trilha de várias séries e filmes. A formação do grupo atual é Alex Bendana no baixo, Miguel Ramirez na percussão, José Carlos no acordeão e a voz de La Marisoul.
A banda lançou seu primeiro registro num Ep em 2009 e não parou desde então só agregando elogios da crítica e reconhecimento do público latino-americano e expandindo para o resto do mundo.
O site da banda é http://lasantacecilia.com/, onde poderá conseguir mais detalhes, informações e inclusive seguir a banda pelas redes sociais.
Sou réu confesso. Conheci esse grupo através de um disco que eles gravaram chamado Hell´s Kitchen recheado de covers de jazz rap, soul, funk sobre clássicos do hard rock, que foi uma grata experiência e um prazer inenarrável sonoro. Mas eles são muito mais do que a glorificação de um trabalho só. Eles têm muito mais por ai. E como têm.
A criação do grupo se dá pelos anos 90, com influência do movimento Jazz Rap, que mistura o soul, o funk, o rap, jazz fusion, e o acid jazz ( quase a mesma coisa, porém com um batida mais eletrônica repetitiva marcante do hip hop), com sopros e contrabaixo cheios de groove, basearam-se no projeto do rapper francês Guru´s Jazzmatazz que foi um grande nome desse estilo na Europa e mundo.
O grupo formou-se em 93 como um sexteto recheando seu som com muitos standarts de jazz. Originários da cidade de Braunschweig, Alemanha, eles já de cara obtiveram reconhecimento da crítica e do público, digamos, desencanado. Trazendo consigo uma batida funky e sem preocupações de colocar elementos de outros ritmos como rock steady, o ska, o soul, eles gravaram Jazzkantine(1994), Hot and Lipid (95), Frisch gepress& Live(96), Geheimrezept(98), nesse ano o grupo formou uma parceria com um corpo de balé e criou a Tanzzkantine, In Formation de 2000, utter für die Seele(2002), Unbergrenzt haltbar(2003), Best of Jazzkantine(2004), Hell´s Kitchen (2008) ESSE É O DISCO!, Unser eintracht(2009) e o mais recente, Jazzkantine Spielt Volkslieder(2012).
Esse espaço preza por trazer coisas diferentes. Ok, mas nem precisa ser tão estranho. Agora chegou a vez de mostrar ou ilustrar ( melhor ), um grupo que caiu nas minhas graças - nem sempre o que é postado aqui - que se chama CLUTCH.
O grupo surgiu nos anos 90 trazendo seu som implodido no underground dessa época em cima do movimento stoner rock. O que é isso? Alguém vai dizer, creio. Sem ser professoral, mas dando as diretrizes de conhecimento, stoner rock é um gênero baseado no hard rock, no blues, na psicodelia dos anos setenta com canções longas, riffes pesados, graves lembrando o doom metal e o rock pesado como do Black Sabbath da fase Ozzy Osbourne da década de 70. Teve como dois representantes máximos o Sleep e o Kyuss, mas nenhum grupo chegou a catapultar ao megaestrelato como o movimento grunge da mesma época que "bolinava" com o punk, rock e o pop. O som do stoner lembra mais vastas estradas, viagens, beberragens, e ironia. Detalhe este que nos traz o Clutch de novo a pauta.
O grupo é de Germantown, Maryland, interior do EUA e com sua combinação de blues rock e stoner eles somam as letras divertidas, irônicas, debochadas em cima de mitologia, ícones históricos, orgulho americano e a cultura pop da América. Humor que falta na sisuda cena do rock atual, digo eu de passagem. No seu som ainda ouve-se a mistura de funk, southern rock, acid, hardcore, além do blues rock e do stoner.
Sua formação atual é Neil Fallon nas guitarras e vocais, Tim Sult nas guitarras, Dan Maines no baixo e Jean-Paul Gaster na bateria. Antes havia o tecladista Mick Sauer.
A discografia da banda é vasta com direito a 3 albuns ao vivo Live at the Googolplex (2000), Live in Flint (2004) e Full Fathom Five (2008), além dos discos gravados desde dos anos 90, Pitchfork (1991/1999), Transnational Speedway League: Anthems, Anecdotes, and Undeniable Truths (1993), Clutch (1995), Impetus (1997), The Elephant Riders (1998), Jam Room (1999), Pure Rock Fury (2001), Slow Hole to China: Rare and Unreleased (2003), Blast Tyrant (2004), Robot Hive/Exodus (2005), Pitchfork & Lost Needles (2005), Sons of Guns (2007), From Beale Street to Oblivion (2007) e Strange Cousins From The West (2009).
A banda está lançando, segundo o seu site, um novo disco, Earth Rocker disponibilizado aos fãs antes de ser comercializado. http://www.pro-rock.com/index.cfm
O grupo é tratado como "cult" pelos fãs. Ouça e veja se você enquadra-se em algo nem tão estranho assim.
Explosions in the Sky, grupo americano do Texas surgido em 1999, um quarteto barulhento e psicodélico misturando elementos rockers, o post rock, shoegaze, stoned somente como um instrumental ruidoso e com variações rítmicas.Com a forma sui generis dentro do rock atual propagado pela mídia, o grupo vem com seu som instrumental, onde suas canções mesclam as mudanças a cada faixa. eles rechaçam o rótulo da imprensa especializada ( seja lá o que for isso! ) como sendo um grupo de post rock. Eles se dizem e afirmam que tocam rock, que são um grupo de rock.
A banda tem 6 discos, 5 albuns e 1 Ep e duas compilações de 1999 e 2004, respectivamente. Possui um forte apelo com a dobradinha de música e imagem. pode ser visto em suas participações em trilhas de filme, destaque para Tudo pela Vitória, 2004 e em seus vídeos longos que parecem curtas-metragem.
A banda foi curadora do festival na Inglaterra, em 2008, do itinerante All Tomorrow´s Parties, que contava entre outros com a Dinosaur Jr.
A banda é formada pelos guitarristas Munaf Rayani e Mark Smith, o baixista Michael James e o baterista Chris Hrasky
A discografia da banda é a seguinte e totalmente reocmendada: How Strange, Onnocence(2000), Those the Truth Sall Die, Those Who The the Truth Sall Live Forever (2001), The Earth is Not a cold Dead Place (2003), The Rescue Ep(2005), All of a Sudden I Miss Everyone(2007) e o mais recente Take Care, Take Care, Take Care(2011).
Dezperadoz!Um grupo alemão de afiliados do Sodom, o grupo faz um mistura interessante de rock pesado, heavy metal, southern rock, country rock com elementos do Velho Oeste americano criando o estilo denominado "Old Western Metal Rock". Os componentes da banda são aficionados pelos filmes de western e tendo isso como pano de fundo usam como temática de suas músicas. Para ilustrar imagine Jesse James com uma guitarra ou um demônio com um colt na cintura. Como um quarteto atual, eles são Alex Kraft - Vocais, guitarras, Alex Weigand - Baixo, Markus Kullmann - Bateria e mais Nils Stuerzer nas guitarras. A discografia da banda é The Dawn of Dying - 2000, The Legend and The Truth - 2006, An Eye For An Eye - 2008 e o atual Dead Man´s Hand. Como projeto paralelo do grupo Sodom até que é bem criativo. "Desencanado". Mas bem armados indo para o Saloon. Saque primeiro!
Simples assim. Um vício do começo ao fim. Yael Naim, em hebraico על נעים', compositora, música e cantora de origem franco-israelita que transita fácil pelo folk, soul, jazz, acidjazz, trip hop tudo com uma medida à base da suavidade da sua voz com uma rouquidão proposital.
Nascida na França, em Paris, filha de imigrantes judeus vindos da Tunisia, e que aos quatros anos mudou-se para Israel e lá passou sua infância onde acabou servindo às Forças de Defesa de Israel. Estando lá ingressou como solista da Orquestra da Força Aérea Israelense.
Lançou 3 discos até então,2001: In a Man's Womb, 2007: Yael Naim e, 2010: She Was a Boy. Ela toca piano, violão e ukelelê. Estourou mundialmente através de uma propaganda do lançamento do Mac Book Air que continha a canção New Soul, que o próprio Steve Jobs escolheu.
O que se pode esperar de um grupo de surf music além do manjado instrumental de guitarras aceleradas, baixos marcados e bateria incansável? O que se pode esperar de um grupo de surf music que mistura o Havaí com Japão? Pode se esperar muita coisa boa além do maior destaque: são franceses!
O supertrio de surf music, HAWAII SAMURAI, nasceu em Besançon pela vontade e gosto pelo velho rock and roll trazendo consigo uma prancha com as quilhas de motosserra. Com influências de Dick Dale, da série dos anos 60 do Batman, Hawai 5-0 e do punk rock, requentados nos pratos dos filmes B de terror e ficção científica, quadrinhos com o punk gore, hardcore, zumbis, garage rock e psicodelia numa cozinha de baixo/bateria/guitarra nostalgicamente modernos. A banda como registro dois Eps e um album, Let There Be Surf (2003), The Shape of Surf to Come (2005) e The Octopus Incident, 2004 entre várias compilações e singles. Vide a discografia completa no site deles http://hawaiisamurai.com/.
Ou ouça nesse site http://www.lastfm.com.br/music/Hawaii+Samurai
EU ACUSO! O tremor da Ponte do Guaíba, o transbordar do Dilúvio Ipiranga, as rachaduras da 3ªperimetral e a junção dos nada incautos músicos de Porto Alegre que se conhecem de longa data. Cada um trazendo linguas afiadas escorrendo salivas ácidas.
Uma breve ficha corrida, eles já arrebentaram os tímpanos e chutaram algumas bundas por ai(não necessariamente nessa ordem) participando das formações de grupos de rock pesado, punk rock, heavy metal e afins como Sacrário, Leviaethan, Panic, Distraught, Alchemist e Kaus do Porto e também dos primórdios anos 90 com Os Margaridas e da banda Bleque. Os libertários de idéias bélicas são: Carlos Lots (guitarra), Sandré Morelatto Sarreta (Vocal), Alexandre Mendes (bateria), e Marcelo Cougo de Sá (Baixo).
Com um som que remete aos anos 90 com as influências do funk-o-metal( junção do funk, rap, rock pesado) e do heavymetal clássico, eles bombardeiam suas letras com mensagens contra a sistematização e o poderio dos grandes conglomerados comerciais e políticos proporcionando a liberdade como munição de suas armas musicais. A mensagem é direta, incisiva e corrosiva tanto em letra quanto em música.
Eu Acuso! promove seu "release" sonoro como um marco contra a hipocrisia, o autoritarismo e o maniqueísmo de opiniões.
O grupo dispara: "A denúncia contra a liberdade e a ação fazem parte da filosofia do Eu
acuso, por isso todas as músicas são licenciadas para livre circulação e
reprodução."
Para tanto segue em anexo o link para ouvir a banda. Ouça. Absorva. Entenda. Lute!
Onde a correção política está na na desorganização da mesma.
Vamos por partes: local Dinamarca, Copenhagem. Formação quarteto, Michael Poulsen, vocal e guitarra base, Anders Kjölholm backing vocals e baixo, Jon Larsen bateria e percussão e Thomas Brendahl nas guitarras solo. Estilo: punk rock, heavy metal, hard rock, rock and roll, blues rock, country rock e rockabilly tudo ao mesmo tempo. Tudo por partes.
O grupo surgiu em 2001 na ciade já citada, a inspiração da banda se fez em torno de Metallica, Sodom, Elvis Presley e Johnny Cash dando uma roupagem para lá de interessante. Começando de um jeito andandoo de outro e terminando de um outro jeito.n o nome da banda também surgiu numa junção de partes, Vol.Beat do disco da antiga banda de Michael Poulsen, Dominus.
A discografia, por partes: The Strength/The Sound/The Songs (2005), Rock the Rebel/Metal the Devil(2007), Guitar Gangsters & Cadillac Blood (2008), Live:Sold Out(2008), beyond Hell/Above Heaven(2010) e Live from Beyond Hell/Above Heaven (2011).
Ouça, por partes. http://www.volbeat.dk/2/index.php
O ESTADO! Nome do grupo de rock, (sim rock), que usa o experimental, a criatividade, o nonsense, o eletrônico e o alternativo para alterar o estado das coisas da música deles.
Eles são de Nijmegen, Holanda, formada originalmente como projeto de um homem só, o cantor e guitarrista Torre Florim, em 2006. No ano seguinte ele resolveu formar uma banda de verdade com outros componentes que são: Vedran Mircetic guitarra solo, Jop van Summeren baixista e voz, Rocco Bell no piano e voz, Tim van Delft na bateria. Com o aval da banda belga dEUS( sim se escreve dessa forma!), conseguiram angariar popularidade em festivais e assinaram com uma gravadora.
Seus trabalhos e o visual ressaltam o grupo como um clã de mafiosos, de rebeldes, punks, anarquistas. Tudo para alterar o sistema do estado seja politico ou de espírito.
Eles possuem dois albuns Wait for Evolution (2009) com singles The Fantastic Journey Of The Underground Man, Wait For Evolution, Habibi, Meet The Devil e o album Machinery (2011), aliás elogiadíssimo, com os singles Sweatshop, I'll Never Marry You e I'm A Rat.