Um lugar para mostrar a ponta do Iceberg. Música de lugares estranhos com pessoas exóticas tão distantes quanto seu imaginário permitir. Curiosidades sonoras, raridades, venenos e muita boa vontade!
Islândia, nos confins de Reykjavik, o trio psicodélico com fortes tendências budistas emanados através de mantras sonoros misturam suas temáticas mórbidas, sórdidas e o que você mais quiser.
Formado em 2008 pelos - quase indescritíveis nomes - Jon Saemundur Auoarson, Henrik Björnsson e Ryan Carlson Van Kriedt alternam guitarras, percussão, baixo e teclados sempre unindo os seus soturnos mantras, numa sonoridade uniforme.
Lançaram seu primeiro single em 2011, Dead Mantra, que teve um enorme sucesso que os catapultaram para o seu debut com o disco Dead Magick do mesmo ano. Em 2012 gravaram dois Eps, Oro e Buddha-Christ, sempre com seu lado irônico e sarcástico.
Dead Skeletons são para serem levados à sérios mesmo que eles não levem nada dessa vida sem graça. OMmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!
RÚSSIA. Vindos de lá, Biting Elbows, da cidade de Moscou, fundado em 2008 com seu indie rock de vocais descompromissados, com a marcação do baixo, batidas sincopadas e guitarras nervosas advindas do punk rock assim como a atitude politicamente incorreta fazendo agitar o meio do salão de festas do rock "arrumadinho".
A banda lançou seu primeiro registro em 2010 com o vídeo do single Dope Fiend Massacre. Em 2011 lançaram um ep com mesmo nome, com 3 músicas incluídas, destaque também para o sucesso em vídeo, o single The Stampede. Com o reconhecimento popular, eles lançam o álbum homônimo ao final do ano.
O grupo participou da trilha sonora de uma das continuações do filme Missão: Impossível e também de um disco com participação de Guns "n" Roses e Placebo.
Usando dos vídeos como continuidade do som da banda, eles lançaram em 2013 o vídeo do single Badmotherfucker com destaque pelos efeitos especiais e a violência extrema tornando-o um viral, que seria a continuação do vídeo The Stampede arrebatando maior sucesso nas redes e programas especializados. Acertando em cheio. Como um cotovelaço no rosto!
Mother Motheré um grupo canadense de Quadra Island, mas hoje eles estão radicados em Vancouver. Um mix de indie rock com as levadas dos anos 80/90 com todas suas vértices no ponto de vista do pop rock.
Um quinteto formado por Ryan Guldemond nas guitarras e voz, Molly Guldemond nos vocais e teclados, Jasmin Parkin, também nos teclados e voz, mais Ali Siadat na bateria e Jeremy Page no baixo que desenvolvem o som de maneira empolgante, dançante sem ser descartável como o pop de "supermercado", como eu chamo "new spray music".
Mother Mother é uma boa surpresa que sem medo, podemos ouvir nas melhores rádios, ou até nas piores.
O grupo tem até o momento, quatro discos gravados, Touch Up 2007, O My Heart 2008, Eureka 2011 e The Sticks de 2012 sempre os lançando nos formatos de vinil, cd e digital.
Mas não sozinha e sim à vontade. Laura Leiner criou o projeto lá pelos idos dos anos 2000 e gravou seu primeiro registro em dupla com Marcelo Sirtolli na bateria e ela assumindo as guitarras em 2005. Usufruindo do ambient rock, a ideia se propaga através da sonoridade às vezes densa, rasteira, rápida, corrosiva, delicada e ao mesmo tempo instigante, interessante e tantos outros adjetivos que se possa imaginar ao ouvir as suas músicas. Gravou seu segundo registro em 2011/2012, na Alemanha com Marie Leão. Os dois álbuns estão disponíveis no link logo abaixo para downloads.
Radicada em Berlim, Alemanha, conduz o grupo ou projeto ou banda ou, ou...pelo instrumental do post rock, do noise, prog, trip e alternativo por suas nuances do rock. deixando de lado o ranço chauvinista, o MIVP desfila pelas leituras sonoras em mergulhos profundos de emoções, voos sobre as nuvens de ideias e corre acelerando cada vez mais pelas estradas da percepção.
Dizer que o projeto é de Porto Alegre é limitar a amplitude. Delimitar territórios. A MIVP é além disso. O objetivo de derrubar bandeiras e invadir novas Terras. Inicie sua viagem. Solte-se o cinto de segurança e caia sem medo!
O surgimento da orquestra se dá nos primórdios de 1501, na Suécia. Sim, desde aquela época. Surgiu como uma reunião de músicos que embalam, com desempenho inigualável e envolvente de uma maneira divina, os povoados que eles visitavam. Causavam tamanho alvoroço chegou à Igreja que os condenou por enfeitiçar as pessoas com sua musicalidade. Todos os músicos da orquestra itinerante foram julgados e condenados à morte por enforcamento. Deixaram o legado através de uma carta aos seus descendentes para continuar com a orquestra...
A D:S:O é uma banda sueca com um estilo entre o bizarro e o interessante. Mistura o "avantgarde metal" - estilo mistura rock pesado com música de cabaré soturno, decadente, opereta, mais flamenco, música erudita e de câmara, e, jazz swing. Uma divertida mescla de Universos sonoros.
A banda foi formada em 2003 ( pelos descendentes?!) e composta por: Pontus Mantefors nas guitarras, sintetizadores, efeitos, e didjeridu ( instrumento de sopro muito usado pelos aborígenes australianos - referência mais próxima que tive), AnnaLouice Löglund nos vocais, Daniel Hakansson nas guitarras, voz e cítara, Anders "Andy" Johansson no baixo, Johan Norback na bateria e Johannes Bergion no violoncelo, além de contar com músicos de apoio como violinistas, flautistas, pianistas e trompetistas nas gravações e em muitas apresentações.
A discografia da banda é a seguinte: The Butcher´s Ballroom 2006 ( também chamado Viva La Faust ), Sing Along Songs for the Damned & Delirous 2009 e Pandora´s Piñata de 2012, sem contar com o Ep Boderline Hymns de 2003.
O grupo pop dinamarquês de Copenhagem, liderado pela vocalista Mette Lindberg e pelo produtor e compositor Lars Iversen que somam-se com uma dupla de sopros Miloud Carl Sabri no trompete, Sven Meinild no saxofone, Mads Brinch Nielsen nas guitarras e Rasmus Valldorf na bateria traz um som com elementos de pop e psicodelia.
A banda surgiu em 2007 e alcançou o sucesso com o disco de estréia de 2009, Fruit, que teve uma de suas canções virarem hit por causa do seu uso na propaganda da Apple no lançamento do IPod Touch.
O segundo álbum da banda segue o mesmo estilo hippie moderno da nova era pós era de Aquário, que teve seu lançamento no ano passado, 2012, Out of Frequency.
Sem entender nenhuma palavra e mesmo assim ter um som forte que faz qualquer um sacudir as cabeças e se jogar pelas paredes. Kvelertak que traduzido do inglês Strangehold ou Chokehold, Estrangulamento ou Asfixia, um nome bem adequado ao som desse sexteto de rock pesado, hardcore e punk rock da Noruega, da cidade de Stavanger.
O grupo surgiu em 2007 pelo vocalista Erlend Hjelvik, pelos guitarristas Vidar Landa, Bjarte Lund Rolland e Maciek Ofstad dando o peso de motosserra densa, contínua e avassaladora desses três, mais Marvyn Nygaard no baixo e do baterista Kjetil Gjermundrod.
O grupo lançou dois discos desde então, em 2010 Kvelertak e em 2013 o álbum Meir. Eles cantam na língua nativa o que os torna mais assustadores, barulhentos e interessantes.
Para a cara torta de gente que não entende que música não tem limites, apresento o projeto do baterista, músico, percursionista, produtor, Dj, Andrea Benini, de Cesana, Itália. Criou-o com a intenção de misturar a modernidade eletrônica com a orgânica resultando em jazz.
Ele, além de músico, pois toca guitarra e bateria, é um estudioso de música afro-americana e música contemporânea. Também foi jornalista e escrevia sobre o assunto.
De 2000 a 2003 ele foi Dj e a partir de 2005 ele criou esse projeto MOP MOP que toca funk, jazz, afro com a companhia dos músicos Alex Trebo no piano, Pasquale Mirra no vibrafone, Guglielmo Pagnozzi no sax, Bruno Briscik no baixo e Danilo Mineo na percussão. MOP MOP lançou o primeiro disco em 2005 chamado The 11Th Pill, com o destaque para Perfect Day feat. Jackson Sloan, em 2008, Benini produziu o segundo disco, Kiss of Kali, este disco conta com os acréscimos de Gianluca Petrella no trombone, e, Alan Farrington nos vocais, em 2010, o terceiro, Ritual of the Savage, que contava com os backing vocals Miss Baby Sol, que já participou dos projetos de Amy Winehouse e Joss Stone. Em 2012 participou da trilha sonora do filme de Woody Allen, Para Roma com Amor. Em 2012/2013, ele produziu o quarto disco, Isle of Magic, com a participação do lendário músico do Funk, Fred Wesley no trombone e o poeta britânico Anthony Joseph. Ouça todas as produções que Andrea Benini participa mixando, produzindo, remixando em seus projetos sempre em ebulição no site: http://www.mopmop.com/
FOALS, grupo formado em 2005, Oxford, Inglaterra, com seu estilo misturando indie rock, kautrock, punk, dance, math rock, pop rock e qualquer outro estilo que vier a sua cabeça para defini-los ( quem gosta de rótulos é vendedor de loja ).
Traz consigo uma verve sonora muito boa nos tempos de pouca criatividade e bombardeios pops acelerados e descartáveis que sempre proliferaram mentes, quadris e as mídias. A sua criação se deu pela junção de vários grupos e seus componentes foram se agregando.
Com a liderança de Yannis Philippakis nas vozes e guitarras, Jack Bevan na bateria ( ambos formavam antes um grupo "cult" chamado The Edmund Fitzgerald ), Jimmy Smith nas guitarras, Walter Gervers no baixo e backing vocals ( estes formavam o grupo Face Meet Grill ) todos no grupo desde 2005 e Edwin Congreave nos teclados, entrou no grupo em 2006.
O grupo gravou 3 discos desde 2007 tendo reconhecimento de crítica e público alternativo undergound e conseguindo galgar os degraus do grande público em festivais como o Lollapalloza, antes já participara de vários outros pelo Reino Unido.
Umas das influências incontestáveis do grupo é o Talking Heads, pela sonoridade, swing e pelo humor, além do jeito livre da banda produzir além da música, os vídeos de autoria de um grupo de conhecidos com a intenção de ficar tudo em casa.
Assinaram com os selos Trangressive Records na Inglaterra e nos EUA no lendário SubPop. Seus discos são: Antidotes 2007, Total Life Forever 2009 e o muito bom, Holy Fire de 2013. Cada registro deles merece uma atenção, o que daria mais que um artigo por disco. Fica a dica para se informar e aproveitar.
No site deles você pode interagir através das redes socias, twitter, facebook, soundclound e saber muito mais: http://www.foals.co.uk/
Todos rezando a Santa. La Santa Cecilia é um grupo formado por imigantes latinos residentes em Los Angeles, Califórnia, com a sonoridade recheada de ritmos do mundo. Cumbia, afro-cubanos, boleros, tangos, bossa nova, soul, jazz, pop e ( sim, sem vírgula porque há muito mais!) tudo os influenciando, além das referências de Led Zeppelin, SoftCell, Janis Joplin, Miles Davis, entre outros.
O grupo concorreu ao Grammy Latino pela canção La Negra que se popularizou através de ter sido trilha de várias séries e filmes. A formação do grupo atual é Alex Bendana no baixo, Miguel Ramirez na percussão, José Carlos no acordeão e a voz de La Marisoul.
A banda lançou seu primeiro registro num Ep em 2009 e não parou desde então só agregando elogios da crítica e reconhecimento do público latino-americano e expandindo para o resto do mundo.
O site da banda é http://lasantacecilia.com/, onde poderá conseguir mais detalhes, informações e inclusive seguir a banda pelas redes sociais.