segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Jesse James nas Guitarras

Dezperadoz! Um grupo alemão de afiliados do Sodom, o grupo faz um mistura interessante de rock pesado, heavy metal, southern rock, country rock com elementos do Velho Oeste americano criando o estilo denominado "Old Western Metal Rock".
Os componentes da banda são aficionados pelos filmes de western e tendo isso como pano de fundo usam como temática de suas músicas. Para ilustrar imagine Jesse James com uma guitarra ou um demônio com um colt na cintura. 
Como um quarteto atual, eles são Alex Kraft - Vocais, guitarras, Alex Weigand - Baixo, Markus Kullmann - Bateria e mais Nils Stuerzer nas guitarras. 
A discografia da banda é The Dawn of Dying - 2000, The Legend and The Truth - 2006, An Eye For An Eye - 2008 e o atual Dead Man´s Hand. Como projeto paralelo do grupo Sodom até que é bem criativo. "Desencanado". Mas bem armados indo para o Saloon.
Saque primeiro!









http://www.myspace.com/Dezperadoz



terça-feira, 6 de novembro de 2012

Tóxico, Viciante e Apaixonante

Simples assim. Um vício do começo ao fim. Yael Naim, em hebraico על נעים', compositora, música e cantora de origem franco-israelita que transita fácil pelo folk, soul, jazz, acidjazz, trip hop tudo com uma medida à base da suavidade da sua voz com uma rouquidão proposital.

Nascida na França, em Paris, filha de imigrantes judeus vindos da Tunisia, e que aos quatros anos mudou-se para Israel e lá passou sua infância onde acabou servindo às Forças de Defesa de Israel. Estando lá ingressou como solista da Orquestra da Força Aérea Israelense.

Lançou 3 discos até então, 2001: In a Man's Womb, 2007: Yael Naim e, 2010: She Was a Boy.  Ela toca piano, violão e ukelelê. Estourou mundialmente através de uma propaganda do lançamento do Mac Book Air que continha a canção New Soul, que o próprio Steve Jobs escolheu. 













http://www.yaelweb.com/


 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Surfando em Maremotos

O que se pode esperar de um grupo de surf music além do manjado instrumental de guitarras aceleradas, baixos marcados e bateria incansável? O que se pode esperar de um grupo de surf music que mistura o Havaí com Japão? Pode se esperar muita coisa boa além do maior destaque: são franceses!

O supertrio de surf music, HAWAII SAMURAI, nasceu em Besançon pela vontade e gosto pelo velho rock and roll trazendo consigo uma prancha com as quilhas de motosserra. Com influências de Dick Dale, da série dos anos 60 do Batman, Hawai 5-0 e do punk rock, requentados nos pratos dos filmes B de terror e ficção científica, quadrinhos com o punk gore, hardcore, zumbis, garage rock e psicodelia numa cozinha de baixo/bateria/guitarra nostalgicamente modernos.

A banda como registro dois Eps e um album, Let There Be Surf (2003), The Shape of Surf to Come (2005) e The Octopus Incident, 2004 entre várias compilações e singles.  Vide a discografia completa  no site deles  http://hawaiisamurai.com/.











Ou ouça nesse site http://www.lastfm.com.br/music/Hawaii+Samurai


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Tente Piscar: Olho Por Olho

EU ACUSO! O tremor da Ponte do Guaíba, o transbordar do Dilúvio Ipiranga, as rachaduras da 3ªperimetral e a junção dos nada incautos músicos de Porto Alegre que se conhecem de longa data. Cada um trazendo linguas afiadas escorrendo salivas  ácidas.

Uma breve ficha corrida, eles já arrebentaram os tímpanos e chutaram algumas bundas por ai(não necessariamente nessa ordem) participando das formações de grupos de rock pesado, punk rock, heavy metal e afins como Sacrário, Leviaethan, Panic, Distraught, Alchemist e Kaus do Porto e também dos primórdios anos 90 com Os Margaridas e da banda Bleque. Os libertários de idéias bélicas são:  Carlos Lots (guitarra), Sandré Morelatto Sarreta (Vocal), Alexandre Mendes (bateria), e Marcelo Cougo de Sá (Baixo).

Com um som que remete aos anos 90 com as influências do funk-o-metal( junção do funk, rap, rock pesado) e do heavymetal clássico, eles bombardeiam suas letras com mensagens contra a sistematização e o poderio dos grandes conglomerados comerciais e políticos proporcionando a liberdade como munição de suas armas musicais. A mensagem é direta, incisiva e corrosiva tanto em letra quanto em música.

 Eu Acuso! promove seu "release" sonoro como um marco contra a hipocrisia, o autoritarismo e o maniqueísmo de opiniões.

O grupo dispara: "A denúncia contra a liberdade e a ação fazem parte da filosofia do Eu acuso, por isso todas as músicas são licenciadas para livre circulação e reprodução."

Para tanto segue em anexo o link para ouvir a banda. Ouça. Absorva. Entenda. Lute! 
Onde a correção política está na na desorganização da mesma.

Olho por olho: Tente piscar!


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Por Partes

Vamos por partes: local Dinamarca, Copenhagem. Formação quarteto, Michael Poulsen, vocal e guitarra base, Anders Kjölholm backing vocals e baixo, Jon Larsen bateria e percussão e Thomas Brendahl nas guitarras solo. Estilo: punk rock, heavy metal, hard rock, rock and roll, blues rock, country rock e rockabilly tudo ao mesmo tempo. Tudo por partes.
O grupo surgiu em 2001 na ciade já citada, a inspiração da banda se fez em torno de Metallica, Sodom, Elvis Presley e Johnny Cash dando uma roupagem para lá de interessante. Começando de um jeito andandoo de outro e terminando de um outro jeito.n o nome da banda também surgiu numa junção de partes, Vol.Beat do disco da antiga banda de Michael Poulsen, Dominus.
A discografia, por partes: The Strength/The Sound/The Songs (2005), Rock the Rebel/Metal the Devil(2007), Guitar Gangsters & Cadillac Blood (2008), Live:Sold Out(2008), beyond Hell/Above Heaven(2010) e Live from Beyond Hell/Above Heaven (2011).











Ouça, por partes.
http://www.volbeat.dk/2/index.php

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Alterado!

O ESTADO! Nome do grupo de rock, (sim rock), que usa o experimental, a criatividade,  o nonsense,  o eletrônico e o alternativo para alterar o estado das coisas da música deles.
Eles são de  Nijmegen, Holanda, formada originalmente como projeto de um homem só, o cantor e guitarrista Torre Florim, em 2006. No ano seguinte ele resolveu formar uma banda de verdade com outros componentes que são: Vedran Mircetic guitarra solo, Jop van Summeren baixista e voz, Rocco Bell no piano e voz, Tim van Delft na bateria. Com o aval da banda belga dEUS( sim se escreve dessa forma!), conseguiram angariar popularidade em festivais e assinaram com uma gravadora.
Seus trabalhos e o visual ressaltam o grupo como um clã de mafiosos, de rebeldes, punks, anarquistas. Tudo para alterar o sistema do estado seja politico ou de espírito.
Eles possuem dois albuns Wait for Evolution (2009) com singles The Fantastic Journey Of The Underground Man, Wait For Evolution, Habibi, Meet The Devil e o album Machinery (2011), aliás elogiadíssimo, com os singles Sweatshop, I'll Never Marry You e I'm A Rat. 

 
 
 
 
http://www.destaat.net/
 
Há mais no site, inclusive alguns sons....
Altere seu mundo!
 
 


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Rave de Vitrola Cabalística

ANAKRONIC ELECTRO ORKESTRA, um grupo que flerta com a música eletrônica sem ficar na "tum, tum" de sempre. O grupo francês de Toulousse, formado por Mikaël Charry, nos efeitos, pick-ups, e, Ludovic Kierasinski no contrabaixo, Corinne Dubarry, no acordeon, Pierre Bertaud du Chazaud no clarinete e, no set de bateria, Ghislain Rivera comp]õe seu leque de sons entre ritmos quase ritualísticos de eletrônica, world music, dubs, música indiana, funk, beats acelerados, , rock, folk, música cigana, Yidddish, e vários elementos anacrônicos, por assim dizer. Essa mistura entre o vinil e o bits/bytes gera um motor de emoções culturalmente jogados a nossa frente. 
Eles possuem 3 albuns Anakronic Eletro Orkestra, Speak With Ghosts, e,The Yiddish Part.



  
Os shows do grupo tem uma encenação artística através de luzes que faz parte da encenação e do contexto da banda.







http://www.anakronic.com/
*****Você pode ouvir faixa por faixa do disco Speak with Ghosts.






quarta-feira, 25 de julho de 2012

A Clássica Casa Infestada de Ratos

Clássico. Rock clássico, Hard rock,  heavy metal...Tudo conhecido e mesmo assim não reconhecido. RATA BLANCA um quinteto clássico argentino infesta o mundo do rock desde 1987. Sagazes músicos comandados por Walter Giardino, guitarrista que montou o grupo em estúdios numa sequênbcia de dois anos de ensaios antes de apresentarem-se ao público. Tal esforço colaborou com o talento e o apupo da crítica sempre ferrenha do mundo do rock pesado e do público em geral.

Calcando seu som nas bases de Deep Purple, Rainbow, Led Zeppelin só para citar referências, o grupo lançou o disco homônimo em 1988 trazendo à tona alguns clássico da banda: Gente del Sur, Chico Callerejo e Solo para Amarte. Nos começo dos anos 90 lançam o segundo álbum  Magos, Espadas y Rosas, o que os colocou na mídia do Universo heavy metal da Argentina. A deste album, assume os vocais,  Adrian Barilari, com sua linha melódica. Estoura mais uma enxurrada de clássicos como La Leyenda del Hada y el Mago, El camino del Sol e Dias Duros. Os instrumentais também são bastante explorados nesse disco com elementos flamencos, demonstrando toda a técnica de  Walter Giardino firmando como um dos melhores da América do Sul do gênero.

Dois anos depois  lançaram Guerreros del Arco Iris, um álbum que mostra a química da banda, novamente a competência do grupo criou alguns de seus clássicos absolutos,  Abrazando al Rock and Roll, a faixa-título, Hombre de Hielo y Angeles de Acero. No ano seguinte lançam um EP com cinco músicas: El Livro Oculto. Um album com canções mais pesadas, soturnas e menos voltados ao har/heavy rock clássico. Destacam-se  Basura, Asesinos e Cuarto Poder
.
Chegaram ao extremo do seu som mais aguçado e pesado sem deixar de ser técnico em 1994, sai o o vocalista clássico e entra o frontman pesado  Mário Ian (ex-Alakrán) com seu vocal agressivo e agudo (qualquer semelhança com Rob Halford é mera coincidência, título que a banda teve que se render pela crítica que os chamavam de Judas Priest da Argentina). E surge o disco Entre el Cielo y el Infierno. Com a ótima recepção mundial do disco, eles acabam sendo lançados nos Estados Unidos, mesmo mantendo a marca de cantar em espanhol,  e este exemplar chegou no Brasil trazendo consigo seus maiores sucessos En el Bajo Flores, Bajo Control, Obsesión, Jerusalén e Sin tu Amor nada Existe. Antes de sair da banda,   Mario Ian grava um álbum ao vivo com o grupo celebrando a turnê deste trabalho. 

Em 1997 eles lançam com o novo vocalista o sétimo disco intitulado VII que teve uma fraca repercussão, que fez o mentor e líder da banda Walter Giardino decretar o final da banda em 1998. 

O grupo se reuniu nos anos seguintes lançando singles e fazendo discos ao vivo erelançando albuns, em 2005 eles lançam La llave de la puerta secreta e o seu mais atual trabalho vem de 2008 El reino olvidado
 
Em resumo é uma banda clássica! Com todos os clichês e virtudes do gênero.

http://www.rataweb.com.ar/



 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Alma se Manifestando

De Ottawa, Canadá, um super sexteto de um super grupo THE SOULJAZZ ORCHESTRA que brinca com o desenvolvimento de ritmos numa explosão percussiva de soul, jazz, funk, afrobeat e temperos caribenhos tudo muito bem acompanhado de sopros melódicos arrastados e uma cortina de teclados nervosos. 

Surgido em meados de 2005, o grupo já tem uma vasta discografia, Uprooted (2005), Freedom No Go Die (2007), Manifesto (2008), Rising Sun (2010) e o atual Solidarity (2012), além de participações em trilhas e coletâneas de soul jazz funk.

O grupo tem uma postura política em suas canções e atividades sócio-políticas engajadas. A liberdade tanto social, política quanto de expressão predominam em suas músicas que quase sempre possuem o acompanhamento de músicos convidados.

Sua atual formação é:  Philippe Lafrenière - bateria, percussão, vocais , Zakari Frantz - saxofone alto, flauta, percussão, vocais, Pierre Chrétien - teclados vintage, percussão, vocais, Ray Murray - saxofone barítono, percussão, vocais, Marielle Rivard - percussão, vocais e, Steve Patterson - saxofone tenor, percussão, vocais.









 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Onde Os Vikings Guardaram Suas Guitarras na Garagem

The Raveonettes é um duo dinamarquês de Copenhague que mete a lenha no rock and roll, shoegaze, indie, garage, noise formado por Sune Rose Vagner nas guitarras e vocais e Sharin Foo no baixo e voz. 
Eles tem como marca a sobreposição das vozes da dupla em cima do peso das guitarras numa linha melódica.
Reza a lenda que a dupla se encontrou pelos caminhos da cena roqueira alternativa de Copenhague, e, a partir disso, depois de alguns ensaios e muita química, eles gravaram Whip It On(2001/2002), onde bancaram o estúdio por três semanas e fizeram toda a produção. Com a requisição do guitarrista Manoj Ramdas e do baterista de jazz Jakob Hoyer, o grupo tocou pela primeira vez num festival angariando uma nova leva de fãs e críticas positivas. Até 2007, o grupo manteve essa formação com o acréscimo de mais alguns músicos convidados nos discos Chain Gang Of Love (2003) e Pretty In Black (2005). Depois com Lust Lust Lust (2007), o duo assumiu todos os instrumentos desde então, seguindo os albuns,In and Out of Control (2009) e Raven in the Grave (2011). 
A banda recebeu pelo seu primeiro disco o título de melhor album em 2003 e o reconhecimento pela The Rolling Stone Magazine como a grande banda da nova onda contemporânea do rock alternativo.

****OBS: o duo tem um verdadeiro fetiche pelos instrumentos fender. Coisa que eles não abrem mão.






Conheça e tire suas conclusões com as benção de Thor!

http://www.theraveonettes.com/#/